É fato que o investimento e a atenção das políticas públicas têm sido historicamente insuficientes para a melhoria da educação no Brasil. Também é fato que a falta de crescimento real da economia do país reduz a cada dia as oportunidades para os jovens mestre e doutores. Mas tudo isso não foi provocado por desvio de investimento do ensino básico para a pós-graduação. A produção científica brasileira (de alta qualidade) e a formação de recursos humanos — coordenados pela Capes — operam com grande escassez de recursos há anos. Com um corte dessa natureza só nos restará pedir que o último a sair que apague a luz. A evasão de mentes brilhantes já é grande e vai ficar ainda pior.
Selene
Franca - SP
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