Ato de campanha de Marina constrange Alckmin e França


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Marina Silva dialogou sobre igualdade racial e direitos humanos com mulheres das periferias de São Paulo - Foto: Leo Cabral
Marina Silva dialogou sobre igualdade racial e direitos humanos com mulheres das periferias de São Paulo - Foto: Leo Cabral

A presidenciável Marina Silva (Rede) estendeu visita à Educafro (ONG de combate à desigualdade racial) nesta segunda-feira (27), em São Paulo, e foi ao prédio de uma secretaria estadual abraçar militantes da entidade que estão acorrentados no local em protesto.

A ex-senadora foi recebida enquanto manifestantes gritavam palavras de ordem contra o tucano Geraldo Alckmin (governador até abril e hoje também candidato à Presidência) e contra Márcio França (PSB-SP), que assumiu a cadeira e concorre à reeleição.

As sete pessoas atadas a um portão na entrada do edifício da pasta da Justiça e da Defesa da Cidadania, no centro da capital paulista e a poucos minutos da sede da ONG, pedem que o governo estabeleça uma política de cotas para concursos públicos do estado.

Marina negou que a ida ao local caracterize campanha eleitoral em prédio de uso público, o que a lei proíbe. Ela disse que foi ao local como cidadã apoiar os manifestantes em vigília.

A candidata posou para fotos e não fez discurso. O frei David, fundador da Educafro, acompanhou a ex-senadora e disse que ela lhe pediu para não discursar no local, mas ele descumpriu a orientação.

O religioso criticou Alckmin e França pela demora na regulamentação da política de cotas e, de mãos dadas com a ex-senadora, puxou um Pai-Nosso.

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