A Polícia Federal não divulga o nome de presos em suas operações. Informou apenas que o casal tem antecedentes criminais e se diz um casal de empresários. Vendem roupas, sapatos e promovem shows para o público transexual. “Nas redes sociais, ele se chamava de ‘bombadeira’. Ele que aplicava o silicone e fazia propaganda do serviço”.
Após a prisão, os acusados prestaram depoimento na sede da PF, em Ribeirão Preto, e foram recolhidos na penitenciária de Franca, onde vão ficar à disposição da Justiça. “Eles vão responder por tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual, condição análoga ao trabalho escravo, servidão por dívida, rufianismo (exploração de prostituição alheia), associação criminosa e exercício ilegal da medicina”, concluiu a delegada Luciana Maibashi Gebrim.
As investigações seguem em andamento e novas fases da operação serão deflagradas pela Polícia Federal. Os próximos alvos serão as clínicas médicas que faziam os implantes nas vítimas de próteses mamárias, suspeitas de serem reutilizadas, vencidas ou de baixa qualidade.
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