Não é raro se deparar, também, com estelionatários usando o nome de empresas que prestam serviços à população, como a Cpfl Paulista e a Sabesp. Utilizando bons argumentos e até apetrechos que possam levar as vítimas a crer que estão diante de funcionários, como camisas e crachás, os golpistas não têm limites.
Para o delegado Dalmo Mateus Polo, do 1º DP, a população costuma cair em golpes por ingenuidade. “As pessoas não procuram saber se realmente estão ajudando a instituição ou se o serviço oferecido é verídico. Os golpistas se aproveitam disso e consumam os crimes”, disse.
Segundo o delegado, é comum que os estelionatários escolham pessoas idosas para concretizar seus planos. “Aproveitam-se do fato de que muitos não têm orientação. É necessário sempre checar direto com todos os órgãos e empresas”, disse ele.
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