Na semana passada, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo divulgou o resultado de uma operação que encontrou irregularidades em almoxarifados da saúde, mais conhecidos como farmácias, de 162 municípios em todo o Estado, incluindo Ribeirão Corrente. O objetivo era verificar as condições de armazenamento, controle, manuseio e distribuição de medicamentos dessas unidades.
Ontem, o secretário de Saúde de Ribeirão Corrente, Etiene Silva, após receber o relatório do TCE, disse que “o município tem, sim, pontos a serem melhorados”, mas justificou alguns apontamentos. Segundo ele, os medicamentos vencidos, por exemplo, estavam separados para descarte. A Secretaria Municipal disse, também, que não tinha ciência sobre a obrigatoriedade de luz de emergência dentro da farmácia, assim como os extintores de incêndio, que estariam instalados no prédio, mas não dentro da farmácia. Ele disse ainda estar regularizando o laudo dos bombeiros sobre os medicamentos encostados na parede e o gerador de energia.
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