Com um déficit de vagas em creches estimado em mais de 2 mil crianças, segundo dados divulgados no mês de maio pelo secretário municipal de Educação, Edgar Ajax, a paralisação das obras em cinco creches-escolas, que deveriam ter sido entregues em 2015, foi tema de debate na Câmara.
As unidades, que ficam nos jardins Martins e Cambuí, Parque das Esmeraldas e nos residenciais São Jerônimo e Paraíso, que eram construídas pela empresa SM Engenharia, estão paralisadas desde o final de 2016, quando, ainda na gestão do ex-prefeito Alexandre Ferreira (Solidariedade), os contratos foram rescindidos. O motivo, segundo a Secretaria de Planejamento informou na época, seria “constantes atrasos no andamento das construções”. Logo após o cancelamento, na ocasião, a assessoria de imprensa da Prefeitura havia estimado que “entre a vistoria nas creches, publicação do edital e a transição de governo, as obras deveriam continuar paralisadas por, no mínimo, 60 dias” e levaria até um ano para que as unidades fossem entregues.
Os vereadores pastor Otávio (PTB), Cristina Vitorino (PRB), Della Motta (PODE) e Corrêa Neves Jr. (PSD) abordaram o assunto e pediram informações por parte da Prefeitura para saber em que situação se encontra o processo para retomada das obras, já que o caso estaria na Justiça.
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