Com um mercado interno fraco, a esperança para o setor está nas exportações. “Estamos falando de uma economia interna em dificuldade, que se traduz em mais de 60 milhões de pessoas sem emprego, sem expectativa ou ganhando abaixo do digno para se sustentar. Isso prejudica o mercado e, por isso, o setor dá mais ênfase para o mercado internacional. Precisamos gerar emprego, gerar renda e, consequentemente, gerar consumo”, ressaltou o presidente da Abicalçados, Heitor Klein.
Apesar dos números negativos, que apontam queda de 4,6% entre janeiro e abril, no varejo de calçados no Brasil, em comparação com o mesmo período de 2017, o presidente da Ablac, Marcone Tavares, aposta em um segundo semestre positivo e um 2019 ainda melhor para o setor calçadista.
“Vivemos um momento extremamente delicado. Mas, apesar disso, alguns pontos nos mostram uma luz no fim do túnel. Notamos, apesar dos números que apontam queda no volume de vendas no varejo e também no preço dos produtos, que cresceu a frequência de compras dos consumidores”, disse Tavares, que revelou ainda que cresceu em 13,8% a frequência de compra dos brasileiros nos meses de maio e junho.
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