Quando o querido e já saudoso delegado de polícia Mansur Jorge Said era o titular da Ciretran, costumava dizer que o melhor seria não precisar de tantos semáforos ou redutores de velocidade, mas como não há respeito aos sinais e leis de trânsito, isso se torna um mal necessário. Na época a cidade era menor, com menos população e número bastante inferior de veículos. O que vemos hoje, com tristeza, é um número assustador de ocorrências, muitas delas com vítimas fatais, com a quase totalidade motivada pelo excesso de velocidade e demais imprudências. Foi estabelecida com rigor a chamada lei seca, mas continuam dirigindo embriagados. Além das antigas lombadas, criaram lombo-faixas, que também não são respeitadas. Os que mais abusam, costumam usar a desgastada desculpa de fábrica de multas, esquecendo-se que andando direito não precisa temer as punições. Se alguém duvidar, basta ficar alguns minutos observando as verdadeiras loucuras que são cometidas seguidamente e em todo lugar. Então, acredito ser necessário voltar, com urgência, à época dos radares fotográficos nos semáforos, flagrando e comprovando quem avança o sinal de toda e qualquer maneira. Com a notificação incluindo a foto, não há como alegar inocência. Valeria também para confirmar a velocidade acima do permitido, lembrando que em nenhuma rua ou avenida de Franca é permitido andar acima dos 60 quilômetros por hora. Sem contar os que dirigem falando ao celular. É muito fácil comprovar tudo o que estamos dizendo. Para concluir, basta lembrar que se uma vida apenas for salva já compensa a medida. E quem não deve não teme.
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