O Berçário Dona Nina, entidade que funciona como um mini-hospital infantil e atende crianças com problemas de saúde ou em situação de risco, realiza a partir de hoje mais uma festa julina. Será a quarta edição do evento que acontecerá em frente ao Parque de Exposições “Fernando Costa”.
A quermesse, que está marcada para começar às 19 horas desta quinta-feira e segue até domingo, dia 8, visa à arrecadação de recursos para a instituição. Haverá barracas de alimentação, como pizza, fogazza, espetinho, batata recheada, macarrão, frango frito, doces, quibe, canjica, pastel e caldo. “Também teremos música ao vivo todas as noites e diversão para crianças em um espaço recreativo”, disse uma das organizadoras e representantes do berçário, Rosinha Aylon.
Para tornar a festa possível, os organizadores terão a ajuda de pelo menos 150 voluntários nos quatro dias de evento. Eles vão se dividir entre as barracas e limpeza do local. Um grande público é esperado.
De acordo com Rosinha, o berçário tem uma despesa mensal de R$ 70 mil e, para garantir seu funcionamento, depende de bazares, pizzas, prendas e eventos como a festa julina e o jantar dançante, que acontece em agosto. “Sem a ajuda da comunidade, nosso trabalho não é possível. Precisamos desse apoio e da participação para continuar”, explicou.
A instituição
Atendendo gratuitamente 38 crianças de 0 a 5 anos em tratamento de saúde ou que estão em situação de risco social, o Berçário Dona Nina foi fundado em 1986 e possui sede no bairro Santa Helena.
O local funciona 24 horas por dia e tem capacidade para atender quase 40 crianças, fornecendo tratamento, fisioterapia, alimentação e outros serviços, de acordo com a necessidade de cada uma. Também existe um trabalho de amparo aos pais, com capacitação profissional através de cursos.
O berçário faz parte da Sociedade Espírita Legionárias do Bem, uma entidade filantrópica criada em 1965. Outros departamentos da Sociedade são a Casa da Sopa, o Centro Espírita e o Recanto Aconchego. O último, por exemplo, abriga crianças e adolescentes de 0 a 18 anos que estiveram em situação de risco e que não foram adotados. Segundo Rosinha, hoje, o Recanto tem 23 moradores.
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