Irmãos Patrocínio inovam com vendas por WhatsApp


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Naiara Aparecida Moreira, da rede Irmãos Patrocínio, exibe o aplicativo Whatsapp: através dele, é possível fazer compras
Naiara Aparecida Moreira, da rede Irmãos Patrocínio, exibe o aplicativo Whatsapp: através dele, é possível fazer compras
Rede francana com nove lojas espalhadas pela cidade, os Irmãos Patrocínio contam com um serviço que oferece ainda mais comodidade para os seus clientes. Agora, os pedidos podem ser realizados diretamente pelo WhatsApp. Criado para atender com praticidade quem deseja realizar compras sem sair de casa, cada uma das lojas conta com um número próprio de telefone específico para o serviço. Assim, basta que o cliente escolha o que deseja, mande o pedido e aguarde a entrega.
 
“Esta é só mais uma forma de atender todos os clientes que precisam. É uma facilidade, os clientes podem pedir exatamente o que desejam e recebem em casa. Antes isso já existia com ligações, mas agora com a tecnologia, ampliamos o serviço, com mais comodidade e facilidade para os nossos consumidores. Como todas as lojas possuem o serviço, o cliente pode contatar diretamente a unidade mais próxima e receber suas compras onde quiser”, disse Ricardo Patrocínio, um dos proprietários da rede. 
 
Para os pedidos via WhatsApp, as compras devem ser acima de R$ 50. Não é cobrada taxa adicional para entrega e os pedidos podem ser realizados durante o expediente em que as lojas funcionam. Os pagamentos também podem ser realizados nas mesmas modalidades que são feitos nos próprios supermercados, inclusive com o cartão de crédito da empresa. 
 
Preços em queda
Com um Centro de Distribuição que abastece as nove lojas da rede e ainda fornece para outros supermercados de Franca e região, os Irmãos Patrocínio, mesmo durante a greve dos caminhoneiros e a crise no fornecimento de vários produtos em diversas cidades do País, conseguiram manter os preços e, neste momento, principalmente no caso dos produtos de hortifruti, abaixaram o valor de muitas mercadorias.
 
“Com um estoque grande conseguimos brigar com os fornecedores e manter o preço mesmo durante a greve. Enquanto alguns supermercados chegaram a vender, por exemplo, o tomate por até R$ 9 o quilo, aqui mantivemos o preço”, disse Ricardo Patrocínio.
 
No setor de hortifruti, o tomate, por exemplo, que antes e durante a greve custava R$ 4,90 o quilo, hoje é vendido por R$ 2,98; o mesmo acontece com a batata que antes saia por R$ 3,90 o quilo e agora é vendida por R$ 1,90 e, também, a cebola, que chegou a custar R$ 5,98 e atualmente é comercializada por R$ 3,98. Os valores de algumas frutas, como melão, uva, melancia e mexerica, também foram reduzidos. 
 
“Em alguns casos, como o leite e a carne, especialmente a de frango, por causa da greve, pequenos aumentos foram registrados. Quando falamos de leite, por exemplo, a baixa produção, com o início do inverno, também provoca a elevação dos preços. Apesar disso, trabalhamos para conseguir bons preços com os fornecedores e continuar oferecendo os menores valores para os clientes”, finalizou Ricardo Patrocínio. 

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