Que alegria saber que Deus nos faz capacitados de multiplicar as coisas simples da vida e nelas. Ele se mostra vivo: é o que nos faz meditar a Palavra de Deus neste domingo.
Primeira Leitura: Ez 17: Essa profecia foi anunciada por Ezequiel numa época difícil da história do seu povo. O último rei da família de Davi, Joaquim foi derrotado, aprisionado e deportado para Babilônia. Terá Deus falhado em sua fidelidade, que jurou para Davi? A essa pergunta angustiante Ezequiel responde com uma analogia. A família de Davi, diz ele, é como um cedro pujante. O pequeno rebento crescerá e tornar-se-á um cedro magnifico, no qual os passarinhos farão seus ninhos. No tempo estabelecido, as profecias se cumpriram. Jesus é o rebento do majestoso cedro que Deus plantou na Terra. As aves que vêm pousar em seus ramos representam todos os povos do mundo convidados a encontrar sua morada nas suas ramagens. Estas ramagens indicam os braços acolhedores da comunidade cristã.
Segunda leitura: II Coríntios 5: Já vimos nos domingos passados que Paulo, alquebrado pelos anos, começava a sentir-se cansado. As perseguições e os sofrimentos suportados tinham sido muitos. Na primeira parte da leitura, ele compara a sua condição com a de um exilado. Na segunda parte da leitura o Apóstolo se dá conta que este seu desejo de deixar este mundo poderia ser interpretado como fuga dos problemas. Por essa razão conclui que, enquanto o Senhor quiser deixa-lo neste mundo, continuará se dedicando com todas as suas forças ao apostolado.
Evangelho. Marcos 4: Por que o Mestre recorria às parábolas? Jesus usava a linguagem do povo. O alimento, para ser gostoso, deve ser preparado com cuidado e temperado com delicadas especiarias. Depois, para ser assimilado, deve ser cortado em pedaços e mastigados algumas vezes. Da mesma forma a palavra de Deus, alimento espiritual que nutre a comunidade cristã, antes de ser anunciada, deve ser bem mastigada por aquele que a anuncia. Deveríamos pensar que, como o sal na comida, como o fermento na massa, como a pequena semente na terra, elas devem desaparecer para fazer crescer o Reino de Deus. Diante de qualquer obstáculo e de qualquer fracasso jamais se pode perder a certeza de que, não obstante todas as aparências negativas, o Reino de Deus está crescendo no coração dos homens.
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