Anvisa proíbe venda de canela produzida em Franca


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Proprietário da empresa francana garante que lote da canela em pó foi recolhido e que todas as precauções foram tomadas
Proprietário da empresa francana garante que lote da canela em pó foi recolhido e que todas as precauções foram tomadas

A marca francana Comercial Santa Bárbara terá que recolher do mercado um lote de canela em pó por determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

De acordo com a ordem, que proíbe a venda e comercialização de um dos lotes do produto, fabricado no mês de agosto do ano passado e com validade até 2020, foi constatada a presença de fragmentos de pelos de roedor na mercadoria.

Com a decisão, a comercialização das canelas em pó fabricadas pela empresa no dia 2 de agosto de 2017 está suspensa em todo o Brasil.

A determinação foi divulgada na edição de ontem, 11 de junho, do Diário Oficial da União.

Segundo a informação, testes detectaram a presença de fragmentos de pelos de roedor, o que é considerado um fator de risco e, por isso, a empresa deve recolher todo o estoque existente no mercado referente ao lote com as datas já citadas.

O primeiro alerta sobre a irregularidade no produto da empresa, que funciona no Jardim Aviação, foi realizado no início deste ano. Em janeiro, a Gerência Colegiada da Superintendência de Vigilância Sanitária publicou uma notificação no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais. Na ocasião, foi determinada a interdição cautelar do lote.

Outro lado

A reportagem do Comércio da Franca procurou a empresa em busca de um posicionamento sobre o caso.

Por telefone, o proprietário, João Batista de Sousa, informou que o lote proibido pela Anvisa já foi totalmente recolhido do mercado.

“Já tomamos as devidas providências e o lote foi completamente recolhido do mercado. Somos uma empresa que comercializa especiarias e todas as precauções para garantir as condições dos produtos foram tomadas”, garantiu o empresário. “Todas as nossas mercadorias possuem laudo que garante a qualidade e não tem qualquer irregularidade no que comercializamos”, completou.
 

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