Escolas e transporte voltam a funcionar em horário normal


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Mais de 17 mil estudantes retornam às escolas do município e outras 8 mil crianças, às creches
Mais de 17 mil estudantes retornam às escolas do município e outras 8 mil crianças, às creches

Depois de cinco dias com atividades suspensas, a Rede Municipal de Ensino retoma as aulas nesta terça-feira.

Ao todo, são mais de 17 mil estudantes que retornam às escolas do município hoje. Outras mais de 8 mil crianças também voltam a serem atendidas nas creches conveniadas.

A suspensão das atividades foi anunciada pelo prefeito Gilson de Souza (DEM) na última segunda-feira, dia 28. Por conta do agravamento da crise de abastecimento de combustíveis na cidade, provocada pela greve dos caminhoneiros, o transporte público estava funcionando em horário especial e todos os serviços de transporte do município tinham sido suspensos como forma de economizar combustível para garantir os atendimentos de urgência e emergência da área da saúde.

Com a locomoção das pessoas prejudicada, o prefeito, em conjunto com o secretário municipal de Educação, Edgar Ajax, determinou a suspensão das aulas e dos atendimentos nas creches.

Ontem, com a normalização do sistema de abastecimento dos postos de combustíveis da cidade, o secretário confirmou a retomada dos atendimentos. “Nesta segunda, os servidores trabalharam para ajustar os últimos detalhes para a volta das aulas nas unidades. Esperamos que amanhã (hoje) tudo transcorra normalmente”, disse Ajax.

As faculdades do município voltaram às atividades nesta segunda. Unesp, Unifran e Faculdade de Direito de Franca também tinham decidido suspender as aulas.

Transporte
Ontem também voltou a funcionar em horário normal e com frota completa o sistema de transporte da cidade, um dos mais atingidos durante a crise provocada pela falta de combustíveis.

De acordo com o presidente da Emdef (Empresa Municipal para o Desenvolvimento de Franca), Marcos Haber, a redução nos horários de circulação dos ônibus foi necessária para a economia de combustível. Mas, como o abastecimento de óleo diesel da frota da São José, que conta com mais de 100 ônibus, foi normalizado, a suspensão acabou revista.

“Analisamos a situação do abastecimento nesta manhã (ontem) e, como está praticamente normalizado, não havia razão para a manutenção da suspensão”, disse Haber.

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