Um programa sexual terminou em confusão no domingo em um motel do Distrito Industrial. Um travesti, 34, acusou o cliente, um economista, 36, de calote. Ele, por sua vez, alegou que foi agredido. Eles estavam em um motel do Distrito Industrial quando a PM foi acionada e se deparou com o economista todo machucado. Além disso, a porta do quarto e copos estavam quebrados e espalhados pelo chão.
Questionado, o economista alegou que combinou o valor de R$ 300 pelo programa e que, na hora que chamou um táxi, a travesti amarrou seus braços e bateu nele. A acusada, segundo a polícia, disse que tinha usado cocaína e pegou uma caneta e uma chave e começou a se riscar, dizendo ser portador de HIV e que transmitiria aos policiais.
Ainda de acordo com o registro oficial, foi necessário amarrar suas pernas com um lençol para contê-la. Ainda assim, a travesti se debateu e deu diversas cabeçadas dentro do veículo, danificando uma parte de plástico do compartimento de preso.
Já na delegacia, em uma sala, a acusada se jogou no chão e continuou a bater a cabeça, informou a polícia. Dessa vez, na parede. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e a conduziu ao Pronto-socorro Municipal “Dr. Álvaro Azzuz”.
Na delegacia, foi elaborado um boletim de ocorrência de dano e, na Polícia Militar, boletim de desinteligência, dano e agressão.
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