Travesti amarra e agride cliente em motel e desacata PMs


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Um programa sexual terminou em confusão na noite de domingo, 27, em um motel
Um programa sexual terminou em confusão na noite de domingo, 27, em um motel

Um programa sexual terminou em confusão na noite de domingo, 27, em um motel do Distrito Industrial. Isso porque um travesti, de 34 anos, acusou o cliente, um economista, 36, de não pagar. Ele, por sua vez, alegou que foi agredido. Além da agressão, o mais novo também desacatou policiais militares, se debateu, danificou uma viatura e só parou de dar trabalho após a chegada do Samu, já na delegacia.

O casal estava em um motel do Distrito Industrial quando a Polícia Militar foi acionada e se deparou com o economista todo machucado. Além disso, a porta do quarto e copos estavam quebrados e espalhados pelo chão.

Questionado, o economista alegou que havia combinado o valor de R$ 300 por 13 horas de programa e que, na hora que chamou um táxi, o travesti teria amarrado seus braços e bateu nele.

O acusado, por sua vez, disse que havia usado cocaína e começou a ameaçar os PMs. Depois, ainda segundo a polícia, pegou uma caneta e uma chave e começou a se riscar, dizendo ser portador do vírus HIV e que transmitiria aos policiais.

Ainda de acordo com o registro oficial, foi necessário o uso de algemas para colocar o travesti na viatura e amarrar suas pernas com um lençol para contê-lo. Mas não foi o suficiente.

O trajeto e a delegacia

Enquanto as partes eram conduzidas até o Plantão Policial, segundo a PM, o travesti se debateu e deu diversas cabeçadas dentro do veículo, danificando uma parte de plástico do compartimento de preso.

Para conseguir chegar à delegacia, os PMs tiveram de amarrar também os braços do acusado. Ele foi colocado em uma sala do Plantão Policial, onde se jogou no chão e continuou a bater a cabeça. Dessa vez, na parede.

Para conter seu ânimo, foi necessário o acionamento do Samu, que conduziu o travesti ao PS Municipal. Na delegacia, foi elaborado um boletim de ocorrência de dano. O economista foi embora antes mesmo do fato terminar de ser registrado e não quis prestar queixa. Já pela Polícia Militar, foi registrado um boletim de desinteligência, dano e agressão.

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