Universitário que vendia drogas por WhatsApp é preso


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Diversas porções de maconha, balanças, dinheiro, embalagens e até anabolizantes foram apreendidos pela PM nesta terça-feira, 22
Diversas porções de maconha, balanças, dinheiro, embalagens e até anabolizantes foram apreendidos pela PM nesta terça-feira, 22
Um estudante de Direito da Unifran foi preso em flagrante nesta terça-feira, 22, sob acusação de tráfico de drogas. Policiais militares encontraram, em sua casa, maconha hidropônica (cultivada na água e mais cara), anabolizantes, dinheiro e até máquina de cartão de crédito, que ele utilizava para facilitar a comercialização de entorpecentes. Uma universitária, que cursa Medicina Veterinária, conseguiu fugir, mas em sua casa havia o restante da droga e ela é apontada como comparsa do jovem. 
 
A apreensão aconteceu graças a uma denúncia anônima feita a policiais da Força Tática. Com informações de que havia drogas no apartamento do estudante, localizada na avenida Paulo VI, os PMs foram até o local. Ele tentou escapar e quebrar seu celular, já que vendia drogas pelo WhatsApp, mas não conseguiu.
 
Com o acusado, os policiais encontraram uma porção de maconha e R$ 31. Já em sua casa, foram localizadas mais 39 porções da droga, em tamanhos variados, dez caixas de Durateston (anabolizantes), uma máquina de cartão e balanças de precisão. Questionado, ele alegou que estava desempregado e, por isso, há dois meses decidiu tornar-se traficante. Além de confessar o crime, o estudante de Direito, que não tinha passagens policiais, apontou o endereço de sua comparsa.
 
Ao chegar no imóvel, no Parque Universitário, os policiais encontraram a porta entreaberta e mais droga. Além de várias embalagens de plástico, havia meio quilo de maconha (hidropônica e a chamada ‘skank’, que é mais potente) dividido em 34 porções, bem como a quantia de R$ 1.130. A jovem, porém, fugiu.
 
O universitário foi conduzido ao Plantão Policial e recolhido à Penitenciária de Franca pelo crime de tráfico de drogas. Tudo foi apreendido e o caso será encaminhado para a Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) apurar.

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