Para os servidores que participaram da assembleia na noite de ontem, há outras alternativas a serem adotadas pelo prefeito para o pagamento das condenações trabalhistas em vez da redução dos precatórios.
Entre as sugestões apresentadas, está o corte nos repasses feitos para a Santa Casa. Atualmente, a Prefeitura repassa ao hospital cerca de R$ 15 milhões ao ano. Para os servidores, o dinheiro poderia ter outro destino já que a responsabilidade pela administração do complexo hospitalar é dividida entre o Estado e uma entidade privada.
Além disso, os servidores afirmam que há um inchaço no número de cargos comissionados. Segundo eles, funções que, apesar de existirem, estavam vagas foram preenchidas por aliados do prefeito, o que teria elevado de 288 para 326 o total de cargos comissionados ocupados durante o governo Gilson de Souza.
Por fim, a categoria ainda criticou o aditamento feito no contrato de coleta de lixo da Prefeitura, que aumentou os gastos em 25%. O aditamento foi assinado na gestão do ex-prefeito Alexandre Ferreira. Para os servidores, o aditamento poderia ser menor ou nem ter acontecido.
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