Veterinário é preso com R$ 500 mil em couro furtado


| Tempo de leitura: 1 min
Peritos e policiais civis no barracão onde a carga de couro foi localizada, no bairro Santa Helena
Peritos e policiais civis no barracão onde a carga de couro foi localizada, no bairro Santa Helena
Um trabalho de investigação de agentes do 1º Distrito Policial resultou no encontro de 34 toneladas de couro furtado em um barracão do bairro Santa Helena, no fim de semana. O homem apontado pela polícia como o receptador da carga foi preso. Trata-se de um veterinário de 49 anos. 
 
A apreensão aconteceu após dias de diligências dos investigadores Guilherme, Júlio, Renne e Rodrigo, chefiados pelo delegado Dalmo Mateus Polo. Com informações de que parte da carga havia sido furtada no Estado de Goiás e estaria no barracão, que fica na rua José Osmar Leite, os investigadores foram até o local. Ali, encontraram 24 toneladas de couro subtraídas da vítima, e outras 10 toneladas cujo dono ainda não foi localizado. 
 
Questionado a respeito da “mercadoria”, avaliada em R$ 500 mil, o veterinário admitiu o crime. Afirmou que, na semana passada, a carga foi deixada por uma carreta naquele barracão, alugado por ele mesmo, para escondê-la. Disse ainda que o destino seria o Mato Grosso, mas foi desviada para Franca.

Armas e sapatos
Além das 34 toneladas de couro localizadas no barracão, os policiais civis encontraram 250 pares de sapatos de uma fábrica de Franca. 
 
Os sapatos foram apreendidos e devolvidos à vítima ainda na madrugada de ontem. O dono do barracão já está sob investigação e, segundo a Polícia Civil, pode responder pelo crime de apropriação indébita.
 
Já na chácara onde o veterinário reside, também na zona Oeste, os investigadores encontraram seis armas. Nenhuma delas possuía registro nem documentação. Diante disso, além de responder pelo crime de receptação, o acusado também foi indiciado por posse ilegal de arma de fogo. Ele foi levado à delegacia e, após prestar depoimento, acabou recolhido à Penitenciária de Franca. O caso segue sob investigação.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários