Neste segundo domingo de maio, que é dedicado às mães, não vou tentar construir um texto a respeito da data, uma vez que todos os mais inspirados poetas e compositores já registraram e postaram as mais lindas e impecáveis mensagens. Quero apenas me dirigir aos que têm a felicidade de ainda terem sua mãe ao lado, para que não deixem a oportunidade única, já que mãe é uma só, de abraçá-la e beijá-la quantas vezes sentir vontade, demonstrar sua gratidão por tudo o que ela faz e representa em sua vida que, aliás, tudo começou com ela trazendo você à luz da vida. Não deixe para quando ela tiver cumprido sua missão na terra e já estiver num outro plano para, só então, repetir entre lágrimas que se arrepende de ter feito algumas vezes ela chorar, sentindo a saudade de tê-la ao seu lado, pedindo seu colo, pois quem tem a sua mãe por perto nunca deixa de ser uma criança. Ninguém consegue definir o amor de mãe ou de pai, a não ser quando tem os seus filhos. Entenda e respeite quando ela tiver um conselho ou até uma repreensão, pois tudo é com a intenção de preservar o que ela possui de mais valioso. A palavra mãe não é um substantivo. É um verso. Mãe é cuidar, brigar, chorar, brincar, sorrir, ajudar, mudar, se preocupar, se irritar... Mãe, afinal, é saber amar. E sabe qual o presente que a mãe mais aprecia? É o colar dos braços do filho em torno do seu pescoço, num gostoso abraço. Mas, para muitos como nós, onde naquela mesa e naquela casa tá faltando ela, só nos resta a saudade e a prece elevada aos céus, onde certamente todas elas estão reunidas com a Mãe Maria, alegres, cantando e olhando por nós. Então, para todas, onde estiverem, Feliz Dia das Mães!
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