O saldo de empregos formais em Franca no primeiro trimestre de 2018 é 17% maior quando comparado com o mesmo período do ano passado. Enquanto neste ano a cidade fechou os três primeiros meses do ano com saldo positivo de 5.515 vagas de emprego, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), em 2017 foram 4.689 empregos. Tendo como uma das suas principais categorias trabalhistas o setor calçadista, com mais de 21 mil empregados, as contratações foram puxadas pela indústria. No período, 77,5%, ou seja, 4.276, foram efetivadas pela indústria.
“Embora seja a maior responsável pelas contratações na cidade no último trimestre, a indústria de transformação recuou em 2,86% em relação ao primeiro trimestre de 2017. Em contrapartida, o setor de serviços, que gerou 1.119 vagas, apresentou um crescimento de 105,32% na comparação dos dois períodos”, disse o presidente da Acif (Associação do Comércio e Indústria de Franca), Dorival Mourão Filho.
De acordo com estudos do Instituto de Economia Acif, que estima que o ano deve fechar com saldo positivo de 2 mil postos, o setor de serviços é a atividade econômica responsável pelo maior salto em sua massa salarial. Comparando os primeiros trimestres deste e do ano anterior, observa-se um crescimento de 28,9%, saindo de R$ 4,3 milhões para R$ 5,6 milhões.
A indústria, por sua vez, apresentou estabilidade, já que recuou apenas 0,12% de um período para outro, tendo um resultado de R$ 10,24 milhões no primeiro trimestre de 2017 e R$ 10,23 milhões no primeiro trimestre de 2018.
O setor comercial ficou saldo positivo de 33 vagas entre janeiro e março.
Preparador de calçados (1.774); sapateiro (912); acabador de calçados (553); trabalhador polivalente da confecção de calçados (455) e costurador de calçados, a máquina (427); auxiliar de escritório, em geral (316); faxineiro (291); auxiliar de desenvolvimento infantil (224); professor de nível médio na educação infantil (138) e cozinheiro geral (135) foram os postos que mais renderam carteiras assinadas na cidade.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.