Hospital diz ter constatado troca e avisado as famílias


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Em nota, a Santa Casa admitiu a troca, demonstrada através das pulseiras de identificação, e classificou o erro como um procedimento pontual. “Verificado o ocorrido no momento da checagem, as famílias foram imediatamente comunicadas. Em virtude das famílias não aceitarem de imediato a situação, e para tranquilidade de todos, foi realizado o exame de DNA, confirmando a maternidade.”
 
O hospital diz que possui protocolos de checagem e segurança do paciente e que estes procedimentos detectaram a troca. “O assunto foi tratado com clareza e transparência junto aos familiares, que ficaram cientes de todos os acontecimentos.”
 
Em março, o Comércio publicou a história da sapateira Ana Paula Câncio, que move um processo contra a Santa Casa por uma suposta troca de bebês. O erro, segundo ela, teria acontecido em outubro de 2004, dias após ela dar à luz o seu primeiro filho. O bebê morreu oito dias depois. Não houve velório. Os pais alegam que não tiveram condições de ver o corpo. “Fizemos dois exames de DNA, ambos comprovaram que o bebê enterrado não é meu filho.” A Santa Casa alegou que o processo não foi concluído e que corre em segredo de Justiça.

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