Vereador defende censo de moradores de rua


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 Corrêa Neves Júnior (PSD)
Corrêa Neves Júnior (PSD)
O vereador Corrêa Neves Júnior (PSD), que presidiu a audiência pública para debater o problema dos moradores de rua, afirmou que concorda em vários aspectos com as afirmações feitas por Della Motta, mas ressaltou que acredita que a reunião, apesar do clima hostil, terminou melhor do que começou. “Quem dá os primeiros socos no muro se machuca mais. Não é fácil, mas vamos enfrentar de cabeça erguida. Estou otimista que demos o primeiro passo difícil e estou convicto de que estamos fazendo o que tem que ser feito. É preciso garantir direitos, sim, mas também temos que cobrar os deveres”.
 
O vereador sugeriu que o prefeito Gilson de Souza (DEM) contrate um levantamento sério para apurar a real situação dos moradores de rua de Franca. “Os números são controversos. Precisamos saber quantos moradores de rua há em Franca, quantos são doentes e quantos estão na rua por opção. Isto, é o mínimo que precisamos saber. O censo é uma questão fundamental para definir o caminho a ser seguido”.
 
Pastor Palamoni (PSB) cobrou uma participação mais efetiva da sociedade para chegar à uma solução eficaz para o problema. “Somos cobrados para resolver, mas a população mesmo não ajuda. Um exemplo é o projeto da vizinhança solidária. Fizemos reuniões no bairro para discutir o assunto, mas só dez apareceram. Não adianta cobrar se toda a comunidade, a promotoria e a Justiça não se unirem”.
 
Marco Garcia (PPS) afirmou ser totalmente contrário ao modelo de atendimento em vigor na cidade. “Há uma inversão de valores, onde os vagabundos são privilegiados. Falta corretivo. Eles não querem disciplina e vivem aporrinhando a vida de quem trabalha. Sou contrário a passar a mão na cabeça. De santos, eles não têm nada. A Câmara é lugar para debater e não para defender bandidos.

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