Cemitérios atingem limite e Prefeituras ampliam espaços


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Cemitério de Restinga foi ampliado para abrir pelo menos cem novas vagas para sepultamento
Cemitério de Restinga foi ampliado para abrir pelo menos cem novas vagas para sepultamento
Problema recorrente nos grandes centros, a falta de vagas para sepultamentos começa a afetar os municípios de pequeno porte. Na região, duas Prefeituras estão ampliando seus cemitérios para dar conta de atender à demanda. A venda de novos túmulos é, também, uma maneira de incrementar a arrecadação dos municípios. 
 
Quem estiver a fim de reservar um lugar para o descanso eterno em Cristais Paulista bastar procurar a Prefeitura. Não será necessário nem gastar muito dinheiro. O município vai ampliar o cemitério e prevê disponibilizar 256 novos lotes. Nesta fase inicial, serão vendidos 68 espaços com 5,5 metros quadrados cada e capacidade de duas gavetas. O valor é uma verdadeira pechincha: quem mora em Cristais pagará R$ 3 mil, devendo dar 50% na entrada e podendo dividir o restantes em três parcelas. Se o cliente quiser pagar à vista, terá 10% de desconto. Moradores de fora terão que desembolsar R$ 4 mil para serem enterrados na cidade.
 
Os jazigos já estão à venda e os interessados devem procurar o Setor de Tributação na Prefeitura das 8 às 11 horas e 13 às 17 horas. A pronta-entrega será para apenas 68 espaços. Os outros 188 lotes vão ficar reservados e somente serão vendidos aos cristalenses, sempre que comprovado o óbito.
 
Restinga
A Prefeitura de Restinga acaba de concluir a ampliação do cemitério. Como as vagas disponíveis estavam próximas do limite, o município adquiriu uma área anexa que permitirá a abertura de cerca de 100 novos espaços para sepultamento. “Ainda não decidimos se faremos vendas antecipadas ou se vamos reservar todos os espaços. Vamos elaborar um projeto para regulamentar o uso e encaminharemos para votação da Câmara”, disse o prefeito Amarildo Nascimento.
 
A falta de espaço no Cemitério da Saudade, o mais tradicional de Franca, provocou uma acirrada disputa por túmulos em 2011. Um leilão foi a maneira encontrada pela Prefeitura para dar nova destinação às sepulturas abandonadas e resolver o problema da falta de vagas. 
 
Na primeira fase de vendas, quando foram disponibilizadas apenas 14 unidades, 70 compradores se habilitaram para dar lances. Um lote com preço inicial de R$ 19,3 mil saiu por R$ 65 mil. Juntos, os terrenos renderam R$ 384,7 mil ao município. Ao todo, 540 túmulos foram colocados à venda gradativamente. 

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