Leilão da Apae é lançado com meta de atingir R$ 1 milhão


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Grupo de alunos da Apae dançou ao som da música Esperando na Janela, de Gilberto Gil, na abertura do coquetel na Apae
Grupo de alunos da Apae dançou ao som da música Esperando na Janela, de Gilberto Gil, na abertura do coquetel na Apae
A Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) Franca apresentou oficialmente a sétima edição do leilão “Quem doa mais?”, que acontece no dia 19 de maio. O evento foi na noite de ontem, na sede da entidade, no Jardim Moema. A verba arrecadada será utilizada para arcar com os custos da instituição, que atende 963 pessoas.
 
No início do coquetel de lançamento, os convidados foram agraciados com uma apresentação de um grupo de 10 alunos da Apae. Eles dançaram ao som de Esperando na Janela, de Gilberto Gil, e arrancaram sorrisos e aplausos dos convidados.
 
O sucesso do leilão de 2017, quando R$ 1 milhão foram arrecadados, foi tema da abertura do evento. O presidente da Apae, Agenor Gado, elogiou o apoio da comunidade e disse que tem esperanças de atingir novamente essa marca para garantir que o trabalho da entidade, fundada há 48 anos, continue. “O leilão, assim como a Festa di San Gennaro, são fontes de renda adicional fundamentais para manter a Apae de Franca”, disse.
 
E, no que depender de gestores e do público presente no lançamento do leilão, o sucesso vai se repetir. O empresário José Márcio Gurgel anunciou, ontem, que doará R$ 150 mil para comprar produtos que devem ser leiloados. 
 
Além da arrecadação dessas prendas, como animais, sacas de café, eletroeletrônicos, alimentos, joias, utensílios domésticos, móveis, outros itens já foram garantidos para o leilão. Entre eles, um carro 0 km, no valor de R$ 50 mil, que será doado pelo empresário Mário Spaniol. Ele afirmou ainda que, se o leilão atingir a marca de R$ 800 mil, doará o restante para atingir novamente a marca de R$ 1 milhão.
 
‘O desafio já começou’
Ao final da solenidade, os embaixadores desta edição e de leilões anteriores receberam placas em homenagem à sua participação nos eventos. Uma dessas pessoas foi a colunista social Sônia Pizzo, a Patrícia, que falou sobre a instituição que ajudou a fundar. “Há 48 anos, um grupo do qual fiz parte começou a Apae. É uma entidade com um nome mágico e trabalho maravilhoso. Hoje, sei para que estou aqui e qual meu propósito de vida. O desafio já começou. Vamos ajudar!”, incentivou. 

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