Servidores rejeitam proposta e anunciam paralisação na quinta


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Os servidores municipais lotaram o auditório da sede do sindicato na noite de ontem
Os servidores municipais lotaram o auditório da sede do sindicato na noite de ontem
Os servidores municipais lotaram o auditório da sede do sindicato da categoria na noite desta terça-feira. Mais de 350 pessoas estavam presentes para votar a nova proposta apresentada ontem pelo prefeito Gilson de Souza (DEM) que prevê um aumento de 1,81%, cartão-alimentação de R$ 370 até dezembro e R$ 380 a partir de janeiro do ano que vem e abono escolar de R$ 275. 
 
A assembleia foi aberta com um apitaço dos servidores. Depois  o presidente do Sindicato, Luís Fernando Nascimento, apresentou os detalhes de como foi a negociação e criticou a oferta. “Eu entendo que a Prefeitura enfrente problemas financeiros e dificuldades mas isso não é culpa dos servidores. Nós continuamos prestando um serviço de qualidade e merecemos ser valorizados”.
 
O presidente do sindicato ainda lembrou que o decreto de greve precisa ser muito bem pensado pelos servidores porque para ter efeito precisa contar com o apoio de toda a categoria. “Se decidirmos pela greve, precisamos do apoio de todos. Todos têm que participar. Tem que ir pra rua. Então pensem bem. Não adianta decretar greve e só um ou outro cruzar os braços. Tem que saber certinho porque haverá pressão, haverá descontos, haverá perseguição e não podemos desistir. Teremos que levar a greve até o fim.”
 
Ele fez a proposta de os servidores fazerem um dia de paralisação de advertência nesta quinta-feira. “A negociação ainda não foi encerrada. Então acredito que se a categoria mostrar força em uma paralisação de um dia, ganharemos força para negociar”. 
 
Em seguida foram abertas as votações. Primeiro os servidores rejeitaram a nova proposta do prefeito por unanimidade. 
 
Depois também por unanimidade aprovaram a proposta de paralisação de um dia nesta quinta-feira em todos os setores
 

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