Um lavrador de 52 anos, morador da avenida Rio Branco, foi ao 2º Distrito Policial nesta quinta-feira prestar depoimento em um inquérito que apura o uso de documentos falsos. Saiu da delegacia preso. Mas pelo crime de homicídio.
A história teve início em outubro do ano passado, quando Arlindo Alexandre Dias foi parado em uma blitz de rotina da Polícia Militar. Quando ele apresentou os documentos pessoais para checagem, os policiais suspeitaram que a CNH e o RG eram falsos. Fizeram a apreensão e encaminharam para serem periciados.
Como o resultado constatou a falsificação, a Polícia Civil abriu um inquérito criminal para a apuração dos fatos. “O acusado foi intimado para prestar depoimento nesta data. Ao puxar sua ficha, constatamos que havia um mandado de prisão preventiva contra ele por homicídio qualificado contra o cunhado”, disse o delegado Alan Bazalha Lopes.
O assassinato aconteceu em 1994 na cidade de Rio Pardo de Minas. Logo após o crime, Arlindo se mudou para Franca e estava levando uma vida normal. Agora, os policiais descobriram porque ele usava documentos falsos. O mandado de prisão havia sido expedido em 2012. Seis anos depois, o criminoso, enfim, foi parar atrás das grades.
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