Taxista pede taxa e limitação do nº de motoristas da Uber


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Durvalino Moreira esteve na Câmara
Durvalino Moreira esteve na Câmara
O taxista Durvalino Moreira esteve na Câmara ontem para reclamar da chegada do aplicativo Uber na cidade. Ele afirmou que a empresa não paga impostos e não oferece nenhuma segurança. Ainda alegou que o aplicativo está fazendo concorrência desleal. “Só de alvará, a gente gasta mais de R$ 200 e eles não pagam nada. A gente tem que cumprir um monte de leis e eles não cumprem nada.”
 
Além de Moreira, outros dez profissionais também compareceram à Câmara. O taxista ainda pediu que os vereadores criem uma taxa para que a Uber possa atuar na cidade e também limitem o número de motoristas circulando na cidade. 
 
O vereador Corrêa Neves Jr. (PSD), que foi citado por Durvalino por conta da manchete do Comércio da Franca de ontem, que noticia a queda nos preços das tarifas das cooperativas, disse que o Uber é uma realidade e tem sua operação já autorizada em nível nacional. “Eu entendo a posição do senhor. É difícil. Eu imagino a dificuldade que deve ser ter que baixar tarifas, mas essa é a realidade. Não dá para fingir que ela não existe. Impedir que a Uber atue não é a solução. O melhor é se adaptar.”
 
Em nota, a Uber afirmou que o aplicativo tem, sim, medidas de segurança. “A Uber tem camadas de tecnologia que agregam segurança antes, durante e depois de cada viagem. Nenhuma viagem na plataforma é anônima e todas registradas por GPS.”
 
A empresa listou uma série de mecanismos existentes para garantir a segurança do usuário e dos motoristas parceiros, inclusive, a existência de um seguro. 
 
Além disso, a nota ainda afirma que a Uber pagou, só no ano passado, R$ 972 milhões em impostos tanto federais (como PIS, Cofins e Imposto de Renda) quanto municipais (como o ISS e contribuições municipais nas cidades em que existe a regulamentação do serviço).

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