O que disse Stephen


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A maior inteligência da Ciência, desde Albert Einstein, morre, em Cambridge (Reino Unido), no último dia 14, aos 76 anos, o físico Stephen Hawking, depois de oferecer ao mundo basto legado de claridade científica. Portador de Esclerose Lateral Amiotrófica desde jovem pareceu desafiar as leis da vida, superando-se em mais de seis décadas de limitações incapacitantes, pesquisando e produzindo no campo da Cosmologia. Seu livro Uma breve história do tempo - Do Big Bang aos Buracos Negros (Editora Rocco, Rio, 1988), foi o best-seller da Ciência a atender também as mentes comuns da Língua Portuguesa. 
 
Em cadeira de rodas com recursos especiais e impossibilitado até de falar, comunicava-se por um programa de computador. É dele a frase: “Nada no Universo é eterno.” Considerando-se do ponto de vista da matéria, o professor Hawking confirma o ensinamento da Doutrina Espírita, segundo o qual a matéria é um estágio vibratório da energia, tal como proclamara também Einstein: E=mc2 (energia é igual à massa, multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado, c2). Pertinentemente, André Luiz (espírito), pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, chama a atenção da Ciência, ao enunciar: “A matéria é luz coagulada.” São estágios múltiplos pelos quais tudo passa na Natureza, desde o átomo, caminhando rumo à perfeição, cumprindo o escopo supremo das divinas leis. 
 
O espírito — quem pensa, a inteligência — é imortal e infinito, mas a matéria é transformável, convidando-nos a lembrar Lavoisier: “Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, assim como continua pensando Stephen. 
 
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca

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