Corrêa Neves Jr., parabéns pelo texto! Primeiro eu acho que no Brasil há uma concorrência de egos e o protagonismo que vem de baixo (negros, pobres) incomoda. Mas eu não pensava que na morte esse “protagonismo” fosse fazer diferença para as pessoas, mas infelizmente faz. Quanto a falarem mais dela do que de outros que morreram, em toda história da humanidade foi, é e sempre será assim. Quem dá voz se destaca mais. Martin Luther King, Gandhi e outros líderes, cada um na sua época (sem comparação) não morreram sozinhos, mas hoje só falamos deles e nos esquecemos dos outros milhões que morreram em nome de uma causa. E mesmo sem ter redes sociais, houve quem tentasse manchar as suas histórias. A diferença é que hoje podemos checar as fontes, sejam elas verdadeiras ou não. Leia em http://gcn.net.br/no ticias/373417/opiniao/2018/03/a-culpa-e-do-cadaver
Tison
Franca - SP
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