Estudantes universitários, políticos e representantes de movimentos sociais e de cidadania se reuniram na Praça da Catedral, no começo da noite desta quinta-feira, para protestar contra o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol) e do motorista Anderson Pedro Gomes. O movimento foi convocado pelo diretório municipal do PSol, em conjunto com os Centros Acadêmicos de Direito e Serviço Social da Unesp.
A vereadora foi morta a tiros dentro de um carro, no bairro do Estácio, na região central do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira. O motorista também foi baleado e morreu.
Os manifestantes estenderam faixas na praça, fizeram um jogral com palavras de ordem em homenagem às vítimas e contra a violência. Disseram que vão colocar os tiros “na conta” do presidente Michel Temer, da intervenção militar no Rio de Janeiro, do PMDB fluminense, da milícia e do crime organizado. “A Marielle e o Anderson eram um de nós. Foi um atentado contra todos nós. Não vamos deixar barato, não vamos ficar quietos. Chega de racismo, chega de LGBTfobia, chega de perseguição e opressão.”
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