Ladrões invadem sítio, fazem refém e provocam prejuízo


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 PMs conseguiram recuperar parte dos produtos roubados e localizaram o Gol usado no crime
PMs conseguiram recuperar parte dos produtos roubados e localizaram o Gol usado no crime
Bandidos que aterrorizam moradores da zona rural voltaram a agir. Nessa terça-feira, atacaram um sítio localizado na rodovia Felipe Calixto, entre Franca e Ribeirão Corrente. Os assaltantes mantiveram o proprietário como refém e levaram uma caminhonete e produtos avaliados em cerca de R$ 60 mil.
 
Pelo menos quatro ladrões participaram do assalto. A ação durou cerca de uma hora. O proprietário e a mulher tomavam café, quando notaram a chegada de um carro estranho. “Eles disseram que o motor do Golzinho estava fervendo e pediram para eu arrumar uma água para eles. Já fiquei desconfiado na hora, mas fui pegar a água. Minha esposa achou aquilo estranho e saiu correndo pelos fundos até a casa da minha tia, para ligar para a polícia”, contou a vítima.
 
Neste momento, outros dois homens armados se aproximaram, mandaram o sitiante se deitar no chão e amarraram as suas mãos. “Depois, eles me levaram para dentro de casa e roubaram todos os pertences, dinheiro, joias, televisão e até um tanque. Fizeram um limpa. Me perguntaram se eu tinha arma, mas eu não tinha. Dois bandidos ficaram me rendendo, enquanto outros dois fugiam com a minha caminhonete.”
 
A esta altura, a Polícia Militar de Ribeirão Corrente, que havia sido acionada pela mulher da vítima, chegava no sítio e avistou os bandidos em fuga. “Fizemos o acompanhamento até o momento em que eles conseguiram se evadir no meio de uma plantação de café”, disse o cabo Sene.
 
Dois criminosos fugiram levando uma caminhonete L200 preta da vítima. Os comparsas escaparam em um Gol bola branco. O veículo foi encontrado vazio no meio de um cafezal. O carro usado no crime havia sido furtado em Franca. 
 
O helicóptero Águia da PM foi acionado, patrulhou a região, mas não conseguiu localizar os suspeitos. Parte dos produtos roubados foi recuperada pelos policiais. “Não desejo o que passei para o pior inimigo da gente. É a coisa mais difícil do mundo. A gente está lutando, levanta cedo para trabalhar e acontece uma coisa destas. Os vizinhos todos já foram roubados. Precisava ter segurança, mas não temos segurança nenhuma”, lamentou a vítima.
 
 

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