Mônica Careta: representação da garra da mulher na Polícia Militar


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Quando se pensa em policial feminina atuando nas ruas, quem é da região Sul de Franca deve, imediatamente, se lembrar da soldado Mônica Rosa Messias Careta, de 39 anos. 
 
Atraída pelo militarismo, ela iniciou a carreira há 13 anos. Já casada e com um filho de apenas 2 anos, Mônica prestou o concurso da corporação e passou. Encorajou-se e, “deixando o coração em Franca” com o marido e a criança, foi para São Paulo, onde trabalhou no rádio patrulhamento no período noturno. “Sabia que era isso que eu queria fazer e onde queria estar”, disse. 
 
Após quatro anos, a soldado conseguiu transferência para Franca e ficou um período no setor administrativo. Posteriormente, foi para a Ronda Escolar. “Eu sempre tentava me inserir nas ocorrências e atendia para mostrar meu empenho e vontade de estar no patrulhamento. Provei meu valor e nunca mais deixei as ruas.”
 
Enquanto se realizava profissionalmente, há quatro anos, Mônica conquistou mais um feito: engravidou pela segunda vez. Porém, a filha nasceu quando ela estava no quinto mês de gestação e desenvolveu hidrocefalia. “É uma luta constante, mas muito bonita. Tenho a sorte de contar com o apoio do meu marido e da minha família. Além do trabalho, levo minha filha nas terapias e cuido dela durante o dia. À noite, visto a farda e vou para as ruas”, afirmou.
 
Em meio a sorrisos quando fala da família e das conquistas, Mônica se emociona ao pensar em que a Polícia Militar representa em sua vida. “A PM é tudo para mim quanto profissional. Não me imagino fazendo outra coisa.” 

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