Ninguém se importa com quem faz o quê entre quatro paredes. O que as pessoas estão de fato fartas é do uso político disfarçado de movimentos, tenham eles o nome que tiverem. Com isso o Estado está se tornando policialesco e autoritário em nome dessas “causas”. O direito de um deve parar quando avança sobre o direito do outro, do contrário vira ditadura, imposição.
Antônio Henrique
Franca - SP
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Nada contra a opção de quem quer que seja, mas já esta na hora de parar com o radicalismo de certos grupos e de quem os apoia por modismo. Acho errado levar uma discussão de gênero para dentro das escolas; por que, então, discutir a situação de uma minoria? Juntem essa minoria e discutam entre eles, em vez de levar o “problema” para a maioria.
José Carlos
Franca - SP
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