Em uma audiência mediada pelo Ministério Público, da qual participaram representantes da Prefeitura e da Santa Casa de Patrocínio Paulista, os envolvidos firmaram um acordo para que o hospital siga prestando os atendimentos de urgência e emergência aos moradores da cidade. Para isso, deve ser repassado, mensalmente à unidade, o valor de R$ 208.500 para o custeio dos atendimentos.
A situação estava indefinida desde dezembro, quando o convênio vigente entre a Santa Casa e a Prefeitura da cidade havia vencido. Com o imbróglio, na semana passada, a diretoria do hospital chegou a ameaçar suspender os atendimentos.
“Mantemos o atendimento normal e fechamos o valor. Agora faremos um plano operativo do contrato para que o projeto seja passado na Câmara Municipal. Assim, ele deve ser formalizado. O importante é que o serviço segue normal”, disse a gerente administrativa do hospital, Nathalia Durval Maxta.
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