Mulher que matou filha e esfaqueou neto passará de novo por perícia


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Ligia Poggi Pereira estava grávida e morreu esfaqueada. Filho que também levou facadas da avó sobreviveu
Ligia Poggi Pereira estava grávida e morreu esfaqueada. Filho que também levou facadas da avó sobreviveu
A mulher acusada de matar a filha grávida de sete meses e esfaquear o neto de 4 anos, em junho de 2016, em Ribeirão Preto, passará novamente por perícia médica.
 
A professora de música Alda Poggi Pereira, de 60 anos, está internada em um hospital psiquiátrico em Jaboticabal, desde julho de 2016, quando a perícia atestou que ela não poderia ser responsabilizada pelos seus atos.
 
O novo exame pedido pela Justiça está marcado para acontecer na próxima quinta-feira (8). Caso seja comprovada a melhora clínica, Alda será liberada para tratamento junto à família.
 
Os irmão da professora se ofereceram para acolher Alda, se houver a liberação para tratamento em casa.
 
O crime aconteceu no dia 25 de junho de 2016 na casa da família, no bairro Ribeirânia. Alda atacou a filha grávida e o neto com uma faca enquanto dormiam.
 
Ligia Poggi Pereira, de 30 anos, chegou a ser socorrida e passou por uma cesária de emergência, mas nem ela, nem o bebê sobreviveram.
 
Já o garoto, que hoje tem 6 anos, foi socorrido e sobreviveu.
 
Um vizinho que impediu que Alda cometesse suicídio em seguida, também ficou ferido.
 
A perícia médica atestou que a acusada sofre de um tipo de demência e não poderia ser responsabilizada pelos atos.

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