Extinção de cargos gera debates na Câmara


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O vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) lembrou que a regularização dos cargos, que já existiam desde 1995, não foi uma ação do atual governo
O vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) lembrou que a regularização dos cargos, que já existiam desde 1995, não foi uma ação do atual governo

A decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que concedeu liminar tornando inconstitucional a regularização de 225 cargos comissionados na Prefeitura de Franca, foi repercutida na sessão de hoje da Câmara.

O vereador Corrêa Neves Júnior (PSD) lembrou que a regularização dos cargos, que já existiam desde 1995, não foi uma ação do atual governo. "Foi uma determinação da Justiça durante o governo de Alexandre Ferreira, que não tomou providências. Estamos diante de um dos mais insólitos problemas que o município e Câmara terão que enfrentar".

Corrêa Júnior acredita que a decisão vai parar o governo. "Importante ressaltar que 85% dos cargos comissionados são ocupados por servidores de carreira da Prefeitura. Eles não podem ser confundidos com pessoas alheias à máquina pública. Qual é a solução? Quem vai ocupar os cargos? Como ficam os projetos em andamento?".Marco Garcia (PPS) não isentou o governo da culpa. "O projeto enviado pelo prefeito para fazer a regularização era confuso, precisava de legenda para entender. Não tem como separar o joio do trigo. O projeto foi muito mal feito".

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