Violência que vem do trânsito


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Como a violência continua sendo o assunto nacional com a intervenção no Rio de Janeiro, as guerras entre jogadores e torcidas no futebol, além de brigas de rua, mostram o acerto  na escolha do tema da Campanha da Fraternidade deste ano, focando o assunto. Só acho que deviam ser mais claros e contundentes nas palestras feitas durante as celebrações. Seguindo no assunto, falo da violência que nasce no trânsito, e que tem tido consequências lamentáveis. Já vimos de tudo, começando por uma simples fechada, uma batidinha traseira no veículo que segue à frente, o motoqueiro que tem sua passagem um pouco obstruída, a disputa por uma vaga de estacionamento, coisas desse tipo, que podiam passar civilizadamente, acabam muitas vezes em agressão física ou até  morte. Todo mundo anda com os nervos à flor da pele, mas se cada um tentar ser mais tolerante, tudo certamente vai melhorar. Vamos experimentar? Da próxima vez que alguém irritá-lo no trânsito, em vez de xingar a pessoa, ou mostrar o dedo médio, naquele gesto grosseiro, acene educadamente, indicando, de coração, que a pessoa siga seu caminho  com Deus. Tenha certeza de uma coisa: você vai se sentir mais leve, pois a raiva é como um peso inútil que a pessoa carrega e que só lhe faz mal. E ainda: se estiver na companhia dos filhos, sejam crianças ou adolescentes, mais um motivo para dar a eles o exemplo de equilíbrio, para que não façam exatamente como assistem você fazer. Mostre a eles que a tolerância é própria de quem é forte. Ou ainda, como dizia Adoniran Barbosa: “Bom de briga é aquele que cai fora”!   
 

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