Além dos acidentes fatais na rodovia Cândido Portinari, com duas mortes (leia na Página 7A), o domingo ficou marcado por mais uma tragédia. Um francano de 30 anos morreu afogado na cachoeira Maria Rosa, na área de Claraval (MG). As causas da tragédia serão investigadas.
O serralheiro Adriano Honorato Souto, morador do Jardim Francano, havia saído de Franca para praticar rapel com um grupo na cachoeira. Pouco depois, decidiu dar um mergulho e, assim, a fatalidade aconteceu.
Aos cabos Bruno Severo e Leandro Chaves, da Polícia Militar de Claraval, testemunhas disseram que, por motivos ainda desconhecidos, a vítima se afogou e, com a força das águas, foi parar no leito do rio.
Ainda em choque com o ocorrido, um amigo narrou os últimos momentos da vítima. “Eu estava na parte de cima quando ele se afogou. Desci e o Adriano já havia sido retirado da água. Fizemos os procedimentos para tentar salvá-lo, mas não deu mais tempo. É uma tristeza imensa. Não pudemos fazer nada”, disse Fernando Richard em entrevista à rádio Difusora.
O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Franca, bem como a USA (Unidade de Suporte Avançado) e peritos mineiros, foram acionados e constataram a morte. Foi necessário ainda o trabalho do Corpo de Bombeiros de Passos (MG) para a retirada do corpo das águas e encaminhá-lo ao IML (Instituto Médico Legal) de Passos (MG).
Somente no final da tarde de segunda-feira, com a liberação do corpo e remoção até Franca, que familiares e amigos puderam prestar suas últimas homenagens. Com trabalhos da funerária Tedesco, Adriano foi sepultado por volta de 20 horas, no Cemitério Municipal de Jeriquara.
colaborou Cássio Freires, da rádio Difusora
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