As chuvas que caíram na cidade nos últimos dias, somadas ao descuido da população, acenderam o sinal amarelo. Franca atingiu o estado de alerta em relação à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre amarela, chikungunya e zika. A Secretaria Municipal de Saúde afirma que a densidade larvária, que é a verificação de quantas larvas positivas há no município, atingiu níveis preocupantes em três regiões da cidade.
Os focos foram constatados com maior incidência nas regiões do City Petrópolis, Planalto, Guanabara, Formosa, Vila Imperador, Moema, Jardim Petráglia, Campo Belo, Estação, Santa Luzia, Raycos, São Joaquim, Esmeralda, Distrito Industrial, Bonsucesso, Dermínio, Santa Maria, Vila São Sebastião, Centro, Jardim Francano, São José, Residencial Amazonas, Parque Progresso, Parque dos Lima e Alvorada.
O levantamento realizado pelas equipes da Vigilância Ambiental mostra que os principais locais onde são encontrados os criadouros do Aedes são recipientes móveis, como vasos e pratos de plantas, bebedouro de animais e pneus deixados expostos à chuva e, na sua maioria, eles dentro dos imóveis. Em segundo lugar, estão os criadouros passíveis de remoção, como latas, plásticos, garrafas, lonas e sucatas, seguidos dos criadouros fixos: ralos e calhas.
A grande infestação de larvas e de mosquitos aumenta as chances de ocorrência de casos das doenças transmitidas pelo Aedes. A Vigilância Ambiental informou que continua realizando ações de bloqueio e controle nas regiões com casos positivos de dengue, zika e chikungunya, com a remoção e o tratamento de criadouros.
“Por mais que nossas equipes realizem este serviço com rotina, é preciso que a população ajude e faça sua parte. De nada adiantará todo esse trabalho se, na semana seguinte, os mesmos criadouros estiverem recolocados. As pessoas não devem esperar as equipes chegarem para eliminar os criadouros. É fundamental fazer a limpeza periódica e eliminar os criadouros das larvas”, disse o secretário de Saúde, Rodolfo Moraes.
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