Faxina no Esqueleto encontra homem morando no terraço


| Tempo de leitura: 1 min
Uma das áreas dentro do 'esqueleto' estava servindo de abrigo para moradores de rua
Uma das áreas dentro do 'esqueleto' estava servindo de abrigo para moradores de rua
Começaram na manhã desta quinta-feira, dia 25, os serviços de limpeza do prédio abandonado que ficou conhecido como “esqueleto”. Antes das 9 horas, homens e máquinas da Emdef (Empresa para o Desenvolvimento de Franca) já estavam a postos para iniciar a limpeza do local.
 
Antes, o secretário municipal de Ação Social, Vanderlei Tristão, acompanhado de uma equipe de servidores, visitou todos os sete andares do prédio. Foram encontrados dois moradores de rua instalados no local. Um deles estava morando no cômodo destinado à casa de máquinas dos elevadores no último andar. “Graças a Deus, conversei bastante com ele e ele aceitou ir para a clínica. Ele sofre de dependência de álcool e agora vai se tratar e se Deus quiser se recuperará”, disse. 
 
O outro morador não quis ir para clínica, mas aceitou deixar o prédio.
 
Além disso, no quarto andar, foi encontrado um quarto montado e com pertences de provavelmente duas pessoas. “Lá, decidimos não mexer até que tenhamos uma posição do Jurídico da Prefeitura. Também informamos os guardas que estão no local para, caso os donos dos objetos apareçam, deixem eles entrarem pelo menos até termos uma resposta da Procuradoria”, disse Marcos Haber, presidente da Emdef. 
 
Responsável por coordenar a ação integrada para a limpeza do prédio, o secretário municipal de Assuntos Estratégicos, Thiago Comparini, disse que a quantidade de lixo e sujeira existente no prédio surpreendeu e que o serviço previsto inicialmente para três dias deve durar mais de uma semana. “É muita coisa. Temos que fazer tudo dentro da lei e com segurança para todos. Então nossa prioridade agora é isolar as entradas do prédio para evitar novas invasões e fazer o conserto do alambrado”, disse. 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários