A Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) terminou 2017 com mais de 240 quilos apreendidos de cocaína, crack e maconha, e 68 flagrantes, que resultaram na prisão de diversos criminosos.
Os números correspondem apenas às apreensões feitas pela delegacia especializada de janeiro a dezembro do ano passado. Nos doze meses, 76 pessoas foram presas, sendo nove delas mulheres. Além disso, nove adolescentes envolvidos com o tráfico foram conduzidos à Fundação Casa.
Das drogas encontradas, 231 quilos foram de maconha; 7,3 quilos de cocaína; e 2,4 quilos de crack. Além das campanas e diligências realizadas, os agentes contaram, em 2017, com denúncias anônimas feitas pela população como forma de auxiliar no combate ao tráfico, através do 197, do site da Polícia Civil, ou através do telefone da Dise (3724-3551).
Entre as apreensões da Dise, comandada pelo delegado Djalma Donizete Batista, uma corresponde a 170 dos 240 quilos apreendidos. Trata-se do caso de um vendedor, de 29 anos, que guardava drogas dentro de sacas de café, em uma casa no Jardim Francano. Ele era investigado há mais de oito meses e, em outubro, foi para a Penitenciária de Franca.
Otimista, o delegado afirmou que, para 2018, a ordem é de muito trabalho. “Mais drogas serão retiradas das ruas e as investigações da Dise continuarão a todo vapor. Prenderemos qualquer traficante - desde os menores até os grandes - que dissemine maior quantidade de drogas pela cidade”, disse Batista.
Começo positivo
Assim como na apreensão de 170 quilos de maconha no Jardim Francano, o mais recente trabalho da Dise contou com a ajuda da cachorra Lua, da raça Labrador, adestrada e cuidada pelo chefe dos investigadores, Wellington Amato. No dia 12 de janeiro, os policiais prenderam uma mulher, de 24 anos,que foi pega em casa, no Residencial Zanetti, com uma grande quantidade de cocaína e R$ 25 mil oriundos do tráfico.
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