Couromoda rende R$ 12,6 mi para os pequenos de Franca


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O governador Gerlado Alckmin e o presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão, na Couromoda. Foto: Newton Menezes/Futura Press/Folhapress
O governador Gerlado Alckmin e o presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão, na Couromoda. Foto: Newton Menezes/Futura Press/Folhapress
Realizada entre os dias 15 e 18 deste mês, a 45ª Couromoda teve um bom resultado na opinião de 63% dos micro e pequenos empresários de Franca que estiveram na feira dentro do Espaço Moda Franca. O projeto foi idealizado pelo Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca) e pela Prefeitura de Franca, com o apoio da Acif (Associação do Comércio e Indústria de Franca) e levou 27 empresas da Terra do Calçado para o evento.
 
De acordo com dados do Sindifranca, mais de 4,2 mil pessoas, sendo que 3,5 mil delas lojistas, visitaram o estande das empresas durante os quatro dias de feira. No total, foram gerados R$ 12,6 milhões em negócios, um média de R$ 468 mil por empresa. Foram vendidos 164,6 mil pares de calçados, em média, 6 mil por cada uma das 27 empresas.
 
“A Couromoda é um termômetro para os primeiros meses do setor e a nossa expectativa era positiva. O Espaço Moda Franca, que completou dez anos, sempre foi um sucesso. Apesar disso, o resultado favorável não quer dizer que essa situação se manterá ao longo do ano, mas é um bom indicativo”, disse José Carlos Brigagão, presidente do Sindifranca. “O ápice do nosso espaço foi em 2013, com 37 participantes, mas neste ano conseguimos 27, número maior que o ano passado. Ao final da feira apuramos bons números e satisfação na avaliação dos expositores”, completou. 
 
No caso das exportações, as empresas francanas tiveram contatos e vendas com 15 destinos diferentes: Arábia Saudita, Bolívia, Cingapura, Costa Rica, Equador, Emirados Árabes, Índia, Índonésia, Inglaterra, Nicarágua, Oriente Médio, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai. “A feira não serve apenas para vender, mas especialmente para fazer contatos que permitem negócios depois”, disse Brigagão. 

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