As crises financeira e moral que o país vem sofrendo dão o tom à série "Brasil a Bordo", de 12 episódios, que estreia nesta quinta (25) na Globo e que será exibida sempre às quintas-feiras, depois do "BBB 18".
Criada pelo ator Miguel Falabella, a atração faz um paralelo entre a situação brasileira e uma companhia aérea quebrada. "Acho que, há alguns anos, nós vivemos em um voo cego que não se sabe direito onde vai dar. Então, pensei em juntar as nossas incongruências nacionais à condição de uma empresa em perigo", destaca Falabella.
Na série, ele interpreta Vadeco, um dos comandantes da Piorá Linhas Aéreas. A empresa de aviação da família Cavalcanti, que cresceu às custas de trambiques, é severamente atingida pela falta de circulação de dinheiro no mercado.
Berna (Arlete Salles), a chefona que herdou a empresa do pai, vê a Justiça declarar a falência da Piorá. E tem de amargar uma ordem para continuar funcionando: os funcionários devem ter o direito de participar da diretoria da empresa e de suas decisões.
Berna, o seu marido, Gonçalo (Luís Gustavo), e os seus cunhados, Vadeco e Durval (Marcos Caruso), no entanto, prometem lutar com todas as forças para não dividir o poder que têm. Começa, então, um cabo de guerra com as funcionárias Shaniqwa (Mary Sheila de Paula), São José (Maria Vieira) e Almira (Stella Miranda).
"A série levará o espectador a se reconhecer apertando os cintos, vivendo em turbulência, sonhando alto, sentindo-se nas nuvens e vendo que tudo pode 'piorá'", brinca Caruso com o nome da empresa.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.