Ser administrador é cuidar da gestão de negócios públicos ou particulares, de maneira séria e dedicada. Podemos citar como exemplo a direção de uma escola. O diretor é o administrador, sendo encarregado de exigir trabalho correto de professores, funcionários e alunos, impondo sua autoridade. Se fraquejar, perde o respeito de todos.
Basta citar que os estabelecimentos com menos problemas, geralmente, são aqueles cuja direção é enérgica, sem medo de encarar o que for preciso. O mesmo se aplica a todas as empresas.
E qual a maior empresa de uma cidade? É a Prefeitura. E para isso, o prefeito, eleito por voto popular, deve atuar com igual energia em todas as suas decisões. Ele é o chefe do Poder Executivo, considerado a maior autoridade do seu município.
Os outros poderes constituídos são o Legislativo e o Judiciário. O Legislativo, no caso dos municípios, é formado pelos vereadores, que têm a incumbência de propor leis municipais, fiscalizar o trabalho do prefeito e seus assessores, além de fazer indicações e requerer explicações quando julgar necessário. Já o Poder Judiciário é exercido pelos juízes, tendo próximos os promotores de Justiça.
São, portanto, três os poderes constituídos, atuando de maneira independente e harmônica, ou seja, nenhum é maior que o outro, e nem deve interferir em suas decisões específicas.
Em resumo, principalmente o chefe do executivo não pode querer ser um administrador bonzinho. Devendo lembrar-se sempre das palavras de John Kennedy e de Bill Kosbi, ambos afirmando que não conheciam a receita do sucesso, mas sabiam a receita do fracasso, que é querer agradar a todo mundo! Então, cuidado.
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