Polícia recupera 80% dos carros roubados em 2017


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Polícias Civil e Militar mandaram quase 4,7 mil pessoas para a cadeia em toda a região de Franca
Polícias Civil e Militar mandaram quase 4,7 mil pessoas para a cadeia em toda a região de Franca
O ano de 2017 foi de muito trabalho para a polícia. Na tentativa de frear a criminalidade que assola todo o País, os policiais têm intensificado suas operações e atividades. O resultado foi a recuperação de quase 80% dos veículos roubados, ou seja, quando houve violência e/ou grave ameaça contra a vítima, em Franca. 
 
O alto índice de resolução corresponde ao desempenho das polícias Civil e Militar. Dos 61 roubos de automóveis, 49 tiveram desfecho positivo com o retorno dos bens às vítimas. Nos 741 casos de furtos de veículos, 454 foram devolvidos às vítimas e 287 casos ficaram sem uma resposta. Isso representa uma média 60% de resolução.
 
As estatísticas mostram também, que, quando comparados aos números de 2016, os roubos e furtos em Franca e nos 17 municípios sob jurisdição da Delegacia Seccional diminuíram. A queda foi de 18% em assaltos comuns e 11% de veículos; 20% em furtos de automóveis e 5% nos delitos em que os bandidos subtraem pertences das vítimas sem ameaçá-las ou agredi-las. 
 
Em contrapartida, os homicídios não param de crescer em Franca. A cidade teve os 12 meses mais violentos de toda a década. Foram 26 assassinatos em 2017 e, no ano anterior, 22; contando três latrocínios. O município e a região da seccional registraram, no total, 48 homicídios no ano passado, contra 39 de 2016.
 
Prisões
Nos 365 dias de 2017, as polícias Civil e Militar mandaram quase 4.700 pessoas para a cadeia em toda a região que a seccional abrange. 
 
Desse número, 1.036 são menores de idade; 1.964 foram presos em flagrante e outros 1.693 através de mandado. 
 
Os 3.657 presos, que são o total de pessoas maiores de idade que foram para a cadeia, seriam o suficiente para lotar, por quatro vezes, a Penitenciária de Franca. O sistema carcerário da codade tem capacidade para um total de 847 detentos.
 
DIG manda 192 para a cadeia 
Responsável pela apuração de crimes de maior potencial ofensivo e de naturezas variadas, a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) fechou 2017 com 566 casos esclarecidos. Entre eles, estão homicídios, roubos, furtos, estelionatos, violação de direitos autorais, crimes contra a marca, receptação e porte de arma de fogo. Na resolução desses delitos, a DIG prendeu 192 pessoas; 12 delas menores de idade.
 
Dos 26 homicídios registrados, que conferiram a 2017 a alcunha de ano mais violento da década, 19 foram elucidados. Isso corresponde a uma média de 73% de produtividade da equipe de Homicídios e Proteção à Pessoa da delegacia.
 
As tentativas de homicídio correspondem a 20 boletins de ocorrência enviados à DIG no ano passado. Quinze desses atentados contra a vida foram esclarecidos pelas equipes do delegado Márcio Garcia Murari.
 
Em meio às operações e diligências, a delegacia especializada ainda recuperou 37 veículos roubados ou furtados; apreendeu 28 armas de fogo e enviou 69 pedidos de prisões preventivas à Justiça. 

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