Mais um envolvido na morte do comerciante Vilmar Antônio de Souza, ocorrida no dia 11 de janeiro após um roubo em sua casa no Jardim Paulistano, foi detido pela Polícia Militar.
O acusado, que tem 18 anos e duas passagens por furto, foi capturado ontem, com o apoio da PM de Claraval (MG). Com informações de que ele estaria se escondendo entre Ibiraci e Claraval, o sargento Félix e o cabo Severo abordaram um jovem com as características do acusado. Ele mentiu o nome e afirmou não portar documentos. Porém, sua mentira foi descoberta após contato dos policiais com a DIG (Delegacia de Investigações Gerais), que esteve no local, bem como a PM de Franca, que fizeram seu reconhecimento como um dos autores do crime.
Com o jovem, foram localizados um par de tênis, um relógio e R$ 85 que ele admitiu à PM ter roubado durante o ataque à casa de Vilmar. Também disse que havia mentido o nome, pois estava fugindo em razão do envolvimento no latrocínio.
Levado à DIG (Delegacia de Investigações Gerais), seguiu direto para a Cadeia Pública de Franca, já que havia um mandado de prisão temporária em seu desfavor pela morte de Vilmar. Na semana que vem, ele deve prestar depoimento na delegacia e passar por reconhecimento.
O caso
Vilmar morreu um dia após ser baleado durante um roubo em sua residência, na zona Leste de Franca. O crime aconteceu logo que o comerciante chegou em casa com sua caminhonete. Ele fechou o portão e entrou no imóvel sem saber que sua família já havia sido rendida por cinco ladrões.
Ao também se tornar refém, Vilmar foi levado até um dos cômodos e os criminosos exigiram que ele entregasse dinheiro e falaram de um cofre. Depois, balearam a vítima e escaparam em sua caminhonete, encontrada logo após pela PM.
O comerciante chegou a ser socorrido ao hospital São Joaquim e ficou internado por um dia, mas não resistiu e morreu. Três dias depois, a PM capturou um desempregado acusado de envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte). Ele estava comercializando um dos celulares roubados da casa e foi pego com a capa traseira do aparelho além de R$ 1.150 que teriam sido subtraídos durante a ação criminosa.
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