Atualizada às 16h21
O segundo envolvido na morte do comerciante Vilmar Antônio de Souza, ocorrida no dia 11 de janeiro após um roubo em sua casa no Jardim Paulistano, foi detido nesta sexta-feira, 19, pela Polícia Militar.
O acusado, que tem 18 anos e duas passagens por furto, foi capturado com o apoio da PM de Claraval (MG). Com informações de que ele estaria se escondendo entre Ibiraci e Claraval, o sargento Félix e o cabo Severo abordaram um jovem com as características do acusado. Segundo a polícia, ele mentiu o nome e afirmou não portar documentos. Porém, sua mentira foi descoberta após contato dos policiais com a DIG (Delegacia de Investigações Gerais), que esteve no local, bem como a PM de Franca, e fizeram seu reconhecimento como um dos autores do crime.
Com o acusado, foram localizados um par de tênis, um relógio e R$ 85, que ele admitiu à PM ter roubado durante o ataque à casa de Vilmar. Também disse que havia mentido o nome, pois estava fugindo em razão do envolvimento no latrocínio.
Levado à DIG (Delegacia de Investigações Gerais), seguiu direto para a Cadeia Pública de Franca, já que havia um mandado de prisão temporária em seu desfavor pela morte de Vilmar. Ele deve prestar depoimento na próxima semana na delegacia especializada.
O caso
Vilmar morreu um dia após ser baleado durante um roubo em sua residência, na zona Leste de Franca.
O crime aconteceu logo que o comerciante chegou em casa com sua caminhonete. Ele fechou o portão e entrou no imóvel sem saber que sua família já havia sido rendida por uma quadrilha.
Ao também se tornar refém, Vilmar foi levado até um dos cômodos e os criminosos exigiram que ele entregasse dinheiro e falaram de um cofre. Depois, balearam a vítima e escaparam em sua caminhonete, encontrada logo após pela PM.
Vilmar chegou a ser socorrido ao hospital São Joaquim e ficou internado por um dia. Porém, não resistiu e morreu.
Três dias depois, a PM capturou um desempregado acusado de envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte). Ele estava comercializando um dos celulares roubados da casa e foi pego com a capa traseira do aparelho, além de R$ 1.150 que teriam sido subtraídos durante a ação criminosa.
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