É bastante comum o debate sobre primeiro emprego sob o ponto de vista de quem o procura. Trata-se de um momento difícil para o jovem que busca entrar no mercado de trabalho. No entanto, há também desafios para quem contrata uma pessoa sem experiência profissional.
Sabemos que uma integração bem feita nos primeiros meses é fundamental para o sucesso de um profissional em um novo emprego. É preciso criar um ambiente favorável para receber jovens sem experiência prévia. Para ser porta de entrada para o primeiro emprego formal é preciso, também, ser uma empresa acolhedora.
A possibilidade de carreira vem do treinamento e do aprendizado permanentes que acompanham nossos profissionais em todos os seus momentos dentro da companhia. Não fosse por esse DNA de primeiro emprego e desenvolvimento contínuo, de nada adiantaria termos as mais modernas ferramentas de atração de talentos.
E a fórmula tem dado certo. Em 2017, contratamos 14 mil jovens, ou cerca de 20 pessoas por dia. Desse total, grande parte é indicada pelos nossos atuais e ex-funcionários, que veem na companhia uma boa oportunidade profissional para os seus parentes e amigos.
Ser a porta de entrada para jovens também requer um plano de carreira apoiado por programas permanentemente atualizados que façam sentido para esse público. Percebemos que era importante oferecer conteúdo de empreendedorismo, um dos principais temas de interesse dos jovens, na plataforma educacional da Universidade do Hambúrguer. Assim nasceu o Aperte o Play!, que incentiva profissionais a terem autonomia para escolher qual caminho trilhar dentro ou fora da empresa.
Sim, porque junto com os jovens, recebemos também os seus projetos, sonhos e aspirações, que podem ser de longo ou curto prazo. E ao recebê-los para a sua primeira experiência profissional, também devemos estar preparados para a sua partida. Mas esse pode ser o tema para um próximo bate-papo.
Marcelo Nóbrega
Diretor de Recursos Humanos do McDonald’s Brasil
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.