Sou admirador de frases e textos do genial Charles Spencer Chaplin, o gênio do cinema mudo, ator, dançarino, diretor e produtor inglês, que nasceu em 16 de abril de 1889 e morreu no Dia de Natal de 1977. Conhecido como Carlitos, seu mais famoso personagem, Charles Chaplin deixou mensagens muito interessantes, e numa delas, fala da imaginação da vida acontecendo de trás pra frente.
Certa ocasião, vi o também genial Chico Anysio, na televisão, falando a mesma coisa. Claro que se trata apenas de uma fantasia, mas é interessante.
Chaplin achava a coisa mais injusta a maneira como a vida termina. E entendia que o verdadeiro ciclo da vida está ao contrário do que podia ser.
Nós devíamos morrer primeiro, para nos livrar logo disso. Daí, nascer vivendo num asilo, até ser botado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então, a gente trabalhava 40 anos até ficar novo para poder aproveitar a aposentadoria (não ia ter Michel Temer para atrapalhar).
Aí, podíamos curtir tudo, beber muita cerveja, fazer festas e nos preparar para a faculdade. A gente depois ia pro colégio, ia ter muitas namoradas, virava criança, sem qualquer responsabilidade, daí seria bebezinho de colo, voltava pro útero da mãe e passava os últimos nove meses de vida flutuando... E terminava tudo com um ótimo orgasmo.
Não seria ótimo? Bem, mas voltemos a encarar a realidade da vida como ela é, sem receio, pois, como Chaplin dizia, a vida é maravilhosa para quem não tem medo dela. E sorrindo sempre, pois segundo ele também, o dia mais desperdiçado é aquele em que não damos nenhuma risada. E você? Já deu sua risada hoje?
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