Alckmin concede reajuste de 3,5% aos servidores estaduais


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O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assinou, ontem, projeto de lei que reajusta o piso salarial dos servidores públicos estaduais de São Paulo a partir de 1º de fevereiro
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assinou, ontem, projeto de lei que reajusta o piso salarial dos servidores públicos estaduais de São Paulo a partir de 1º de fevereiro

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assinou, ontem, projeto de lei que reajusta o piso salarial dos servidores públicos estaduais de São Paulo a partir de 1º de fevereiro. O texto agora será encaminhado para a Assembleia Legislativa para ser votado pelos deputados. Mesmo que a aprovação se dê posteriormente, o reajuste será retroativo.

Todos os 1.010.633 de servidores do Estado, incluindo aposentados e pensionistas, serão beneficiados. Segundo o governo, a medida representará uma despesa de R$ 2,4 bilhões este ano.

O reajuste geral será de 3,5%, mas duas categorias terão percentuais diferenciados: professores (7%) e policiais (4%). Os professores representam 1/3 dos servidores do Estado. “São Paulo tem a marca da responsabilidade fiscal. Fizemos um grande esforço na área de custeio para fazer justiça aos nossos servidores e implementar esse reajuste. Ninguém ficará de fora”, disse Alckmin, em nota enviada ao GCN. “Mantivemos os salários em dia, conseguimos antecipar o pagamento do 13º dos servidores em 2017 do dia 20 para o dia 15, e agora iniciamos a recomposição salarial do funcionalismo, sempre dentro dos limites da Lei de Responsabilidade”.

O aumento foi possível porque houve uma pequena melhora de arrecadação - alta de 0,3% no segundo quadrimestre de 2017 ante o ano anterior.

Alckmin também assinou projeto de lei que reajusta o piso salarial dos servidores da administração direta e autárquica do Estado em 3,5%, para R$ 1.142,64, além de um decreto que autoriza aumento de 50% no valor do auxílio-alimentação dos servidores estaduais que ganham até R$ 3.777,90. O benefício passa de R$ 8 para R$ 12. 

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